Máquinas pesadas

Software de aluguer de máquinas pesadas

Horas de trabalho, revisões, transportes e alugueres com manobrador na mesma ficha. Uma giratória parada num estaleiro custa mais do que uma semana de aluguer.

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Software de aluguer de máquinas pesadas

O que uma giratória obriga a controlar

Não é só reservar. É saber quantas horas trabalhou, quando volta à revisão e quanto custou pôr o porta-máquinas na estrada.

  • Contador fotografado na saída e na entrada

    As duas leituras ficam no aluguer, com a fotografia ao lado. As horas que a máquina fez ficam ao lado do que faturou nesse período.

  • Revisões que tiram a máquina do calendário

    A manutenção entra como trabalho de oficina e a unidade deixa de aparecer disponível nesses dias. Ninguém a promete a uma obra por engano.

  • Transporte marcado dentro do aluguer

    A ida e a recolha com o porta-máquinas têm hora e janela no próprio aluguer, em vez de viverem num grupo de WhatsApp.

  • Com manobrador ou sem manobrador

    As horas do operador e o transporte entram como linhas próprias do mesmo aluguer, e o cliente recebe tudo num só documento.

  • Historial por unidade, não por modelo

    Cada máquina tem a sua ficha: quem a teve, quantos dias esteve fora, quanto rendeu, que avarias deu e quanto custaram.

  • Alugueres de meses num só registo

    Um aluguer de três meses prolonga-se onde está. O historial não se parte em dez reservas soltas nem se perde no meio delas.

Custo por unidade

Qual das giratórias é que se paga a si própria

Duas máquinas do mesmo modelo raramente rendem o mesmo. Uma esteve nove meses fora, a outra passou seis semanas na oficina e ninguém somou. Com a receita, as reparações e os dias em aluguer presos à mesma unidade, a conta faz-se em minutos.

  • Receita acumulada e dias em aluguer por máquina
  • Reparações e peças lançadas na própria unidade
  • Taxa de utilização por unidade e por categoria
  • Serve para decidir o que comprar mais e o que vender
Qual das giratórias é que se paga a si própria

Oficina

A revisão não pode apanhar a máquina em obra

Numa frota pesada a manutenção é um calendário paralelo, e é sempre o calendário que ninguém consulta antes de dizer que sim a um cliente. Aqui a máquina em oficina simplesmente não está disponível, e a paragem fica contabilizada como custo.

  • Pedidos de reparação abertos sobre a máquina
  • Peças e dias parados registados no mesmo sítio
  • Indisponível no calendário enquanto está em intervenção
  • Avarias ficam no historial da unidade, para o próximo comprador
A revisão não pode apanhar a máquina em obra

Perguntas frequentes

Como registamos as horas de trabalho de cada máquina?

A leitura do contador entra no aluguer, na entrega e na devolução, com a fotografia como prova. Somando os alugueres, tem as horas por máquina ao lado da receita e do custo de oficina da mesma unidade.

Trabalhamos com empreiteiros por períodos longos.

Um aluguer de meses mantém-se num registo só, com prolongamentos em vez de reservas novas. A ficha do cliente mostra os alugueres anteriores e os valores em dívida antes de sair mais uma máquina.

Quem trata da carga e da descarga?

O transporte fica agendado no próprio aluguer, com hora de entrega e de recolha. Quem vai ao local fecha a entrega na aplicação móvel: fotos do estado, assinatura do contrato e cobrança, se houver.

Temos parque em dois sítios e as máquinas andam entre eles.

Cada ponto tem o seu material, o seu pessoal e a sua caixa, e as máquinas transferem-se entre pontos. As permissões definem-se por pessoa e por ponto, incluindo quem pode ver os números.

Meta a frota lá dentro e veja as contas

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